sábado, 8 de outubro de 2011

Entrevista a Luís Fonseca

Este mês o Entrevistado é Luís Miguel Fonseca, membro da banda portuguesa os Blá Blá Blá e um dos menbros fundadores da Estudantina Académica de Vila Real.

 
Retalhos de Uma Memória Perdida: Para começar, nada melhor que sabermos quem és. Fala-nos de ti.

Luís Fonseca: Sou um pequeno rapaz de Esposende, cheio de ambições e de sonhos na vida. Estudo na UTAD. Faço é pouca coisa na vida.



RM: Andas numa banda e numa tuna. Desde quando a música faz parte da tua vida?

LF: Desde miúdo que a música é um parte muito importante da minha vida. Tenho 2 irmãos mais velhos e eu ia para o quarto deles ouvir os CDs deles. E também comecei a estudar música muito cedo, logo o bichinho pegou e ficou.



RM: Muita gente guarda na memória a sua primeira guitarra. Qual foi a tua?

LF: A minha primeira (e única) guitarra é a que uso nos concertos, uma Fender Telecaster Deluxe de 72, toda preta. Quando a vi sabia que tinha que a ter. Foi como com as mulheres. Do meu primeiro saxofone também guardo muitas memórias, pois o saxofone é o meu instrumento de origem.


 

RM: Ouvimos muitas vezes os grandes guitarristas falar-nos desta ou daquela sua guitarra, das suas histórias. Das tuas, alguma com uma historia especial?

LF: A única coisa que posso dizer é que entrei na loja no Porto, e sabia que tinha que ter aquela guitarra. Mas ela era cara e tive que a comprar a meias com um amigo meu. E claro, já levou muita porrada.



RM: Fala-nos agora da tua banda. Os Blá Blá Blá.

LF: Somos um grupo de amigos que se juntou em 2006 para fazer barulho. Entretanto começaram a surgir alguns temas e enviamos as músicas para vários concursos de música moderna. Felizmente ganhamos bastante e bastantes pessoas ficaram a gostar das nossas músicas. Para o futuro, vamos preparar o 1º álbum, que só deverá sair em 2012 ou 2013. Não queremos apressar as coisas.




RM: Existem sempre histórias de bastidores. Alguma engraçada ou especial?

LF: Existem muitas. Uma vez tocamos em Esposende num bar e aquilo estava completamente à pinha. O único problema é que nós estávamos completamente perdidos de bêbedos. O concerto correu muito bem (na medida do possível). Após muitas garrafas de cervejas partidas, o dono ( amigo nosso) deu-me com uma cadeira na cabeça, para ver se eu parava de fazer merda.



RM: E palcos? Algum palco que recordes com carinho? Algum público para o qual adores tocar?

LF: Abrir a queima do Porto foi muito especial. As condições eram de topo. E tocar no Santiago Alquimista em Lisboa é sempre brutal.



RM: Além de fazeres parte de uma banda, fazes parte de uma tuna, no qual és fundador. Fala-nos deste teu projecto e dessa tua vida tunante.

LF: A tuna é um complemento da minha vida de estudante. Encaro a tuna como um sítio de diversão e camaradagem. Não existe nada melhor do que tocar e cantar umas musiquinhas num tasco com umas cervejas e uns tremoços. E claro, uns bons de uns traçadinhos na taberna do Estudante.




RM: Andas no Curso de Ciências da Comunicação na UTAD. Que ligação ou ponte prevês no futuro entre as portas abertas pelo teu curso e a tua veia musical?

LF: Isso é muito complicado de projectar. A música neste momento é um hobby. Se um dia mais tarde a oportunidade de juntar essas duas valências, melhor.



RM: Futuro. Quais os teus planos?

LF: O futuro é chegar ao dia seguinte.


Entrevista levada a cabo por Daniel Pardejo. Fotos cedidas por Luís Miguel Fonseca.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Todos os comentários serão analisados pelo autor do blog antes de serem publicados