Este mês o Entrevistado é Luís Miguel Fonseca, membro da banda portuguesa os Blá Blá Blá e um dos menbros fundadores da Estudantina Académica de Vila Real.
Retalhos de Uma Memória Perdida: Para começar,
nada melhor que sabermos quem és. Fala-nos de ti.
Luís Fonseca: Sou um pequeno
rapaz de Esposende, cheio de ambições e de sonhos na vida. Estudo na UTAD. Faço
é pouca coisa na vida.
RM: Andas numa banda e
numa tuna. Desde quando a música faz parte da tua vida?
LF: Desde miúdo que a
música é um parte muito importante da minha vida. Tenho 2 irmãos mais velhos e
eu ia para o quarto deles ouvir os CDs deles. E também comecei a estudar música
muito cedo, logo o bichinho pegou e ficou.
RM: Muita gente guarda
na memória a sua primeira guitarra. Qual foi a tua?
LF: A minha primeira
(e única) guitarra é a que uso nos concertos, uma Fender Telecaster Deluxe de
72, toda preta. Quando a vi sabia que tinha que a ter. Foi como com as
mulheres. Do meu primeiro saxofone também guardo muitas memórias, pois o
saxofone é o meu instrumento de origem.
RM: Ouvimos muitas
vezes os grandes guitarristas falar-nos desta ou daquela sua guitarra, das suas
histórias. Das tuas, alguma com uma historia especial?
LF: A única coisa que
posso dizer é que entrei na loja no Porto, e sabia que tinha que ter aquela
guitarra. Mas ela era cara e tive que a comprar a meias com um amigo meu. E
claro, já levou muita porrada.
RM: Fala-nos agora da
tua banda. Os Blá Blá Blá.
LF: Somos um grupo de
amigos que se juntou em 2006 para fazer barulho. Entretanto começaram a surgir
alguns temas e enviamos as músicas para vários concursos de música moderna.
Felizmente ganhamos bastante e bastantes pessoas ficaram a gostar das nossas
músicas. Para o futuro, vamos preparar o 1º álbum, que só deverá sair em 2012
ou 2013. Não queremos apressar as coisas.
RM: Existem sempre
histórias de bastidores. Alguma engraçada ou especial?
LF: Existem muitas.
Uma vez tocamos em Esposende num bar e aquilo estava completamente à pinha. O
único problema é que nós estávamos completamente perdidos de bêbedos. O
concerto correu muito bem (na medida do possível). Após muitas garrafas de
cervejas partidas, o dono ( amigo nosso) deu-me com uma cadeira na cabeça, para
ver se eu parava de fazer merda.
RM: E palcos? Algum
palco que recordes com carinho? Algum público para o qual adores tocar?
LF: Abrir a queima do
Porto foi muito especial. As condições eram de topo. E tocar no Santiago Alquimista
em Lisboa é sempre brutal.
RM: Além de fazeres
parte de uma banda, fazes parte de uma tuna, no qual és fundador. Fala-nos
deste teu projecto e dessa tua vida tunante.
LF: A tuna é um
complemento da minha vida de estudante. Encaro a tuna como um sítio de diversão
e camaradagem. Não existe nada melhor do que tocar e cantar umas musiquinhas
num tasco com umas cervejas e uns tremoços. E claro, uns bons de uns
traçadinhos na taberna do Estudante.
RM: Andas no Curso de
Ciências da Comunicação na UTAD. Que ligação ou ponte prevês no futuro entre as
portas abertas pelo teu curso e a tua veia musical?
LF: Isso é muito
complicado de projectar. A música neste momento é um hobby. Se um dia mais
tarde a oportunidade de juntar essas duas valências, melhor.
RM: Futuro. Quais os
teus planos?
LF: O futuro é chegar
ao dia seguinte.
Entrevista levada a cabo por Daniel Pardejo. Fotos cedidas por Luís Miguel Fonseca.




Nenhum comentário:
Postar um comentário
Todos os comentários serão analisados pelo autor do blog antes de serem publicados